A Assembleia Municipal de Vouzela aprovou, no dia 27 de dezembro, o orçamento do município para 2026 no valor de 32,9 milhões de euros. O documento foi aprovado por unanimidade e representa um aumento de 8,5% face ao orçamento de 2025, refletindo o reforço do investimento em áreas consideradas prioritárias pelo executivo municipal.
Entre os principais eixos de investimento, a habitação assume particular destaque, com uma dotação de 3,98 milhões de euros, destinada à reabilitação de frações, bem como à construção e aquisição de novos fogos, respondendo a uma das principais preocupações do executivo. O ordenamento do território, mobilidade e saneamento concentra a maior fatia do orçamento, com 5,4 milhões de euros, evidenciando a aposta na melhoria das infraestruturas e da qualidade de vida no concelho.
A área da modernização administrativa e proximidade ao cidadão conta com um investimento de 3,37 milhões de euros, enquanto a saúde beneficia de uma verba de 1,04 milhões de euros, que permitirá, entre outras intervenções, a requalificação do Centro de Saúde de Vouzela. Na ação social, o investimento previsto ronda os 661 mil euros, traduzindo uma política de apoio às famílias e aos munícipes em situação de maior vulnerabilidade. A cultura e o turismo continuam igualmente a ser encarados como fatores de identidade e desenvolvimento local.
Entre os principais investimentos previstos para 2026 destacam-se a reabilitação de frações e a construção e aquisição de fogos, a conclusão da Creche de Queirã, a comparticipação no Centro Tecnológico Especializado da Escola Secundária de Vouzela, a requalificação do edifício-sede do Agrupamento de Escolas de Vouzela, a requalificação do Centro de Saúde, a construção da Loja do Cidadão, bem como a requalificação do edifício dos Paços do Concelho e a criação do Pólo Criativo de Vouzela, entre outros projetos estruturantes.
No que respeita à política fiscal, o município opta pela manutenção das taxas em vigor. Mantém-se a taxa mínima de IMI para os prédios urbanos, o IMI familiar, a isenção das taxas de terrado para os feirantes e a isenção do pagamento de taxas pela ocupação da via pública com esplanadas e publicidade. Em sede de IRS, está prevista uma redução de 1%, mantendo uma estratégia de alívio fiscal para os munícipes.
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