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| Dólmen da Malhada de Cambarinho |
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Monumento megalítico com câmara e corredor. Na câmara sobrevive apenas um esteio, enquanto no corredor são visíveis onze, cinco no lado norte e seis no lado sul. Sobre dois esteios do corredor possui uma laje de cobertura. A exploração empreendida por Amorim Girão neste monumento, permitiu recuperar um pedaço de cristal de rocha, uma ponta de seta em sílex com a forma de folha de loureiro, serrilhada e com base triangular carvão e fragmentos de cerâmica, alguns pintados a vermelho.
Coordenadas: N 40º 40’ 47’’ W 08º 07’ 13’’ |
| Torre Medieval de Alcofra |
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Situada em Cabo de Vila, Alcofra, é, das três torres, a que se encontra em melhor estado de conservação, o que se deve em parte à intervenção recente de que foi alvo e pelo facto de ser a construção mais tardia. A sua construção deve datar entre os séculos XIV e XV. Como já foi dito, este tipo de construção erguia-se em locais férteis, ricos em água, em zonas de aluvião, geralmente de fácil acesso. A Torre de Alcofra insere-se nesse quadro. Implantada num vale, a torre goza de uma vista privilegiada sobre os campos de cultivo.
Coordenadas: N 40º 37’ 53’’ W 08º 11’ 39’’ |
| Torre Medieval de Cambra |
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A torre medieval de Cambra de Baixo, Cambra, encontra-se situada num pequeno vale, bem próximo da junção dos rios Alfusqueiro e Couto. No que respeita à construção propriamente dita, esta habitação senhorial encontra-se parcialmente arruinada e já sem cobertura. As escavações aí realizadas, em 1997, revelaram que o edifício sofreu um incêndio no passado. Em relação à época de construção, deverá ter sido construída em finais do século XIII, inícios do século XIV, embora apresente uma configuração bastante rudimentar.
Coordenadas: N 40º 40´ 59´´ W 08º 09´ 51´´ |
| Torre Medieval de Vilharigues |
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Localizada na povoação de Vilharigues, a torre medieval, já em ruínas, é um marco histórico e cultural nos anais do concelho. É a única que se encontra classificada como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto n.º 33 587, DG 63 de 27 de Março 1944. À semelhança da maioria das construções castelares, a torre está implantada sobre um acentuada elevação, beneficiando de uma soberba vista sobre a vila de Vouzela e o vale de Lafões. A sua localização estratégica juntamente com o seu perfil militar criaram inúmeras dúvidas sobre a sua função, sendo confundida ainda hoje com um castelo ou com uma torre de menagem. Terá sido erguida em finais do século XIII, inícios do século XIV, dado que já apresenta nas paredes exteriores dois matacães assentes sobre mísulas.
Coordenadas: N 40º 42’ 55’’ W 08º 07’ 45’’
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| Dólmen da Lapa da Meruje |
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É o mais imponente monumento megalítico existente neste concelho. Situado numa zona de vale aberto, em plena Serra do Caramulo, mantém a estrutura pétrea central – câmara com tampa e corredor – e parte significativa da mamoa que a cobria. A câmara é constituída por sete esteios de grandes dimensões e o corredor por quinze esteios, respectivamente nove do lado norte e seis do lado sul. O corredor encontra-se orientado para este.
Coordenadas: N 40º 38´ 27´´ W 08º 08´ 21´´
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| Sepulturas Rupestres do Castelo |
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Duas sepulturas antropomórficas com “cabeceira em arco peraltado” e que constituem os únicos vestígios do povoamento do local referido por vários autores “a sepultura n.º 2 é de um individuo muito jovem”.
Coordenadas: N 40º 43’ 15’’ W 08º 05’ 43’’ |
| Sepultura Rupestre de São Domingos |
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Trata-se de uma sepultura antropomórfica com cabeceira em arco de volta perfeita. Entre o arco da cabeceira e os ombros tem definido o espaço do pescoço. De acordo com informação oral a escassos vinte metros de distância da sepultura, onde se localiza a casa do guarda florestal, foram descobertas muitas telhas e pedra aparelhada que foram interpretadas como sendo vestígio de uma igreja cujo orago era S. Domingos.
Coordenadas: N 40º 40’ 48’’ W 08º 05’ 09’’ |
| Ponte Pedrinha |
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A ponte Pedrinha, integrada na Estrada Municipal n.º 602, é uma obra de arte dos tempos medievais, como certificam as várias siglas que os canteiros gravaram nos seus blocos. Esta ponte com um só arco ogival, veio, certamente, substituir por volta dos séculos XII ou XIII, a velha ponte romana que ali ainda existiria. A construção ou reconstrução, comprova que a antiga estrada romana continuava a ser uma via importante de ligação ao litoral.
Coordenadas: N 40º 43` 33``; W 08º 03` 58`` |
| Estrada Romana |
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Entre as aldeias de Carregal, Figueiredo das Donas, Bandavises e Fataunços preserva-se um dos mais belos troços de via romana da vasta rede viária construída na área da civitas de Viseu. Este troço estava inserido na estrada romana que ligava a urbe viseense ao litoral, passando pela região de Lafões, através da rica zona estanhífera compreendida entre as povoações de Carvalhal do Estanho, Figueiredo das Donas e São Miguel do Mato. A calçada tem uma largura que oscila em média entre os 3 e os 4 metros; em alguns pontos incorpora os próprios afloramentos graníticos. (Texto de Jorge Adolfo Marques)
Coordenadas: N 40º 43’ 35’’ W 08º 03’ 54’’ |
| Castro do Cabeço do Couço |
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As escavações arqueológicas realizadas no seu interior, numa pequena plataforma localizada do lado norte, puseram a descoberto os alicerces de três casa de planta circular, em pedra, e a face interna da muralha que circundava o cabeço. A localização do povoado num cabeço bastante íngreme, aliada à espessura da sua muralha – que atinge em alguns pontos três metros – tornava-o praticamente inexpugnável. Para além dos vestígios arquitectónicos, os trabalhos que ali decorreram permitiram recolher milhares de fragmentos cerâmicos, objectos líticos, metálicos e vítreos.
Coordenadas: N 40º 39’ 01’’ W 08º 12’ 46’’ |
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